Petrobras. Relacionamento com Investidores

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Relações com Investidores

Financiamiento para la plataforma P-51

Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 2005 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que estará assinado, na próxima segunda-feira dia 5 de dezembro, um contrato de financiamento no valor de US$ 402 milhões, a ser concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à sua subsidiária Petrobras Netherlands B.V., para o conteúdo brasileiro da plataforma semi- submersível P-51, que esta sendo construída no Brasil.

O montante do financiamento será amortizado em 10 anos após o término do período de construção da plataforma, previsto para o último trimestre de 2007.

A construção da plataforma está sendo realizada através de três contratos: Engenharia Suprimento e Construção, com o consórcio FELS ETAL/TECHNIP; Contrução e Montagem dos motocompressores com a Nuovo Pignone; e Contrução e Montagem dos turbogeradores com a Rolls Royce. Estes três contratos somam, aproximadamente, US$ 810 milhões. A P-51 será uma das plataformas de maior capacidade de processamento da companhia, com 180 mil barris diários de petróleo, no campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, com início de operação previsto para 2008. O projeto de construção da P-51 prevê um conteúdo nacional mínimo global, que inclui bens e serviços, de 60%, sendo o conteúdo mínimo de bens de 40%.

O financiamento do BNDES é a principal fonte de recursos para a construção da P-51. Em paralelo, existem outras linhas de crédito já assinadas com o Banco BNP Paribas, garantidas por agências de crédito à exportação européias, e com o Nordic Investment Bank para o financiamento de equipamentos importados da plataforma. O BNP Paribas também será o banco mandatário do financiamento do BNDES.

O Campo de Marlim Sul foi descoberto em novembro de 1987 e está situado a cerca de 120 km do litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, sob profundidades d’água de 850 a 2.400 m e ocupa uma área de aproximadamente 600 km2 . A concepção atual de desenvolvimento do campo abrange quatro etapas de produção, denominadas Módulos 1, 2, 3 e 4. O Módulo 2 compreende a instalação da P-51 em profundidade d’água de 1.255 metros.

O escoamento do óleo será realizado por oleoduto até uma plataforma fixa, em águas rasas, a Plataforma de Rebombeio Autônoma 1 (PRA-1) ); um oleoduto até a plataforma P-38 (unidade de estocagem e transferência de óleo), situada no Campo de Marlim Sul; e um oleoduto até o FPSO-MLS (unidade de produção, estocagem e transferência de óleo), também situado no Campo de Marlim Sul. O gás produzido será escoado para terra através de dois gasodutos: um da P-51 até a plataforma P-40, situada no Campo de Marlim Sul; e um da P-51 até o gasoduto no Campo de Barracuda.

O Campo de Marlim Sul, cuja produção média de óleo em 2004 foi de 179 mil barris/dia, conta com 57 poços produtores, 42 Injetores. O pico de produção, de 390 mil barris por dia, deverá ocorrer em 2013.
Desde a entrada em operação das plataformas P-43 e P-48 a Petrobras tem caminhado cada vez mais próxima da auto-suficiência nacional em petróleo. A média de 2005 deverá chegar a 1 milhão 700 mil barris diários para uma demanda de, aproximadamente, 1 milhão 800 mil. Logo no primeiro semestre de 2006 a produção de petróleo da Petrobras deve se igualar, e até superar, os níveis de consumo interno, com a previsão de média anual de 1 milhão e 910 mil barris diários.

Esse patamar será sustentável e ampliado graças à entrada em operação da P-51 e outros 35 grandes projetos que a companhia dispõe em seu portifólio, que permitirão elevar a produção anualmente, chegando a 2 milhões 300 mil barris em 2010, sem contar as futuras descobertas.

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